Terça-feira, 17 de Novembro de 2015

22.3.2006

[s/título] Estou, neste momento, a trabalhar no «Mas...» (1921) e vem-me um cheiro a tinta e papel velho mutuamente impregnados por força dos anos, e da força dos caracteres móveis. Este odor recorda-me manhãs e tardes que, há 19 anos, passei na Biblioteca da Ajuda a ler edições da «Gazeta de Lisboa», de 1746 a 1750. Inspiro repetida e profundamente o livrinho de 100 páginas e chego à conclusão: José Maria Ferreira de Castro e José Freire de Monterroio de Mascarenhas, o mesmo perfume.

publicado por RAA às 00:01
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