Nojo aos cães. De um lado, gente sem decoro, homos e heteros, um lumpen cultural disposto a vender-se à primeira lixeira televisiva que apareça, e dê mais. Do outro, escória social sem passado nem futuro. A enquadrar os cães, umas luminárias engravatadas, escumalha moral, normalmente medíocres ressentidos com a vida. A rosnar, uns patetas da acção. Como o que hoje vi no Telejornal, uma espécie de berbere a clamar contra as invasões dos estrangeiros...