SLB, SLB, SLB SLB SLB. Glorioso SLB!
Submissão. Só a vida dos que nos são queridos justifica a nossa submissão voluntária.
E de repente dois eufemismos. Idosa, em vez de velha; faleceu, em vez de morreu.
O mestre-escola.
Régio aos pontapés no jardim de Portalegre.
A direita dos valores, imobiliários. Muito está ainda por apurar, e é até possível que exista uma agenda política subjacente a este processo. O que transparece, porém, no caso dos sobreiros da Companhia das Lezírias é, para quem não a conhecesse, que a direita popular (de PP), arrogante e beata, é useira na mais despudorada barganha, expediente que nada fica a dever às qualidades do chulo desenrascanço do querido povo que ela, a direita, quer a todo o custo civilizar. Ora, se se der o milagre de alguma vez viermos a conviver com o resto dos europeus com o à-vontade com que nos medimos, por exemplo, com os albaneses ou uma franja dos moldavos, não será graças esta direita merceeira e boçal, herdeira, aliás, do salazarismo mais paisano.
Demasiado humanos. É para mim um mistério a progressiva transformação (se disso se trata) de alguém sensível, altruísta, terno até, num déspota frio e, se as circunstâncias o permitissem, implacável. Não estou a pensar nas monstruosas e demasiado óbvias incarnações hitlerianas e afins, mas de gente mais chãmente próxima de nós.
Humilhação. Quase todo o sofrimento é preferível à humilhação abjecta.
Tattoo You. Reouvir os velhos LP's, muitos deles com aquele ruído de fritadeira em ebulição, é um dos meus compromissos diários. Ontem foi o Tatoo You, de 1981, quando os mais incautos já pouco davam pelos Stones. Os discos anteriores estavam infectados com o que de pior se fazia à época e mesmo, antes deles, o Love You Live ficou a léguas de distância de outro álbum ao vivo dez anos mais velho, o mítico 'Get Yer Ya-Yas Out!' -- The Rolling Stones in Concert (1969). Este Tattoo You remeteu-me então para esse período, fins de 60/princípios de 70: é um típico álbum dos calhaus rolantes, roufenho e agreste, bluesy e rocker.
Num depósito
volumes e volumes de jornais encadernados
o tudo que é nada
27-II-2003
A menina Colombe está de volta. Atrasadíssimo, com o número quase a ser devolvido ao distribuidor, venho informar os interessados que a bela Colombe está de volta e foi capa da BoDoï nº 84. Também voltámos a ver o seu eterno amante, Olivier Rameau, o Monsieur Pertinent e todas aquelas criaturas de Rêverose, imaginadas por Dany e Greg (Rêverose, que os leitores da revista Tintin conheceram pela tradução portuguesa de Sonhorosa). Corram!